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Informações importantes sobre as profissões.

Esse exercício é útil pra você saber o quanto conhece sobre as profissões foi proposto por Dulce Helena Penna Soares Lucchiari, vale a pena fazer. Bom trabalho!
Assinale quais destas atividades você poderia desempenhar sentindo-se bem:

( ) atendimento a pessoas;
( ) movimentação em ambientes fechados;
( ) trabalho com as mãos;
( ) trabalho em equipe;
( ) ligado a instituição;
( ) que envolva instrumento e precisão;
( ) organização e sistematização de publicações;
( ) pequenos movimentos manuais precisos;
( ) que permite trabalhar em mais de um lugar;
( ) que exija compreensão verbal;
( ) horário fixo;
( ) que envolva desenho a mão livre;
( ) desenvolvida em ambientes fechados;
( ) que exija estar bem vestido;
( ) convencer pessoas;
( ) atendimento a pessoas necessitadas;
( ) trabalhar sozinho;
( ) execução gráfica rica em detalhes;
( ) por conta própria – autônomo;
( ) manipulação de substâncias;
( ) uniformizado;
( ) horário livre;
( ) que permita traje informal;
( ) imaginar coisas novas;
( ) ajudar pessoas;
( ) que auxilie a transformação de mundo;
( ) ao ar livre;
( ) ligado à construção;
( ) direto com a natureza;
( ) que exija responsabilidade e decisão.

Liste, para cada item assinalado, aquelas profissões que você acha que envolveriam esse tipo de requisito. Coloque todas que lhe vierem à cabeça.
Escolha três requisitos que você mais gostaria de desenvolver, e explique por que você se sentiria bem atuando dessa forma.
Até a próxima,
Daniella Cury

Devo seguir a profissão de meu pai que me garante um emprego, ou procurar algo que realmente gosto, mas com futuro incerto?

Como você muitas pessoas chegam no consultório com essa dúvida. Acredito que é complicado escolher a profissão contando com alguma garantia no futuro. Pois o futuro sempre é incerto.
Infelizmente, bola de cristal nenhuma no mundo nos dá a previsão de que carreira você terá emprego quando se formar. Mesmo com uma vaga de emprego aparentemente garantida.
Sendo assim, a única garantia possível é buscar o que te dá prazer e se especializar muito e sempre.
Até a próxima,
Daniella Cury

O Jovem e a escolha profissional

“Raras são as vezes neste mundo em que as opções se mostram claras entre o isto e o aquilo.” Goethe “Então me diz qual é a graça de já saber o fim da estrada, quando se parte em rumo ao nada…” Paulinho Moska Filho, o que você quer ser quando crescer? Com essa pergunta começo a refletir sobre a importância da escolha profissional para definir a identidade do ser humano. Até que ponto somos o que fazemos? A fim de ilustrar esta exposição contarei uma história sobre a escolha: João Júnior nasceu do amor entre João, engenheiro civil e Maria professora de artes de uma escola pública, irmão gêmeo de Alice. Os pais colocaram o mesmo nome do pai por este ser um exemplo de força e decisão, já a filha que nasceu 1 minuto depois não teve o nome da mãe porque esta sempre admirou uma amiga chamada Alice, portanto resolveu homenageá-la colocando o nome em sua filha. Desde bebê sua família sempre apostou no sucesso do filho, o pai o estimulava dando brinquedos de montar, ensinando-o a fazer cálculos, desde cedo JJ foi experimentando através das brincadeiras, inúmeros papeis: construtor, bombeiro, “superman”, cantor, desenhista, jogador de futebol… Assim, quando criança sempre norteado pelos pais foi brincando de ser adulto, Daí JJ foi crescendo, seu corpo foi mudando assim como seus interesses, não queria mais saber a opinião de seus pais, queria impor a sua, queria ter mais autonomia sobre sua vida, ir às baladas, ficar com as meninas e tocar seu violão. Quando completou 15 anos as expectativas acerca de seu futuro começaram a ficar mais evidentes não só em JJ, mas também em seus pais. Além da mudança física e psicológica que estava sofrendo o seu lugar na sociedade também começou a se transformar, já tinha que assumir algumas responsabilidades por seus atos, dentre elas a escolha que considerava mais complicada: do que ele queria ser quando crescer? “JJ quando você estiver na faculdade os professores não vão mais passar a mão na sua cabeça!” “JJ você tem que saber falar inglês para ter um futuro melhor.” “JJ a vida não está fácil, tem um monte de gente desempregada, você não vê seu primo fica sonhando com a vida de artista e está aí vivendo as custas da sua avó…” “JJ você tem que estudar mais não adianta deixar tudo pro último ano, vestibular não é como as provas do colégio…” No meio dessas vozes da sociedade ainda tinham outras… “E agora o que eu faço, se não tem emprego mesmo para quê vou estudar?” “Meu sonho é ser músico, mas meu pai não vai aceitar, não tenho nenhuma chance de emprego”. “Nossa tem uma balada amanhã que estou louco pra ir, como vou fazer se estou em semana de prova?” “Hummm que sono não dá pra estudar assim vou dar só uma cochiladinha…” É assim nesse turbilhão de modificações que o jovem de hoje escolhe sua profissão, será que existe outra maneira mais fácil, talvez uma poção mágica ou uma vidente que dirá para o JJ como será seu futuro? Infelizmente não, a escolha da profissão depende muito da disponibilidade que o jovem desenvolve para conhecer as possibilidades internas (suas habilidades, desejos…) e externas (informação profissional, mercado de trabalho…). E, mesmo já estando na idade certa de escolha (de acordo com o nosso sistema atual por volta dos 17 anos), muitos se encontram em momentos diferentes desse processo, alguns já têm a certeza do que buscam, outros estão nadando em um mar de possibilidades, o importante é perceber que cada um tem seu tempo e isto não torna um mais capaz que outro… Pesquisar sobre as profissões e acima de tudo conhecer seus desejos torna a visão mais clara acerca do caminho a percorrer. Não existe um mapa para guiá-los em suas escolhas, cada mapa é construído no decorrer da vida de cada um. O mapa de um não serve para a vida do outro… O caminho da escolha profissional é sinuoso, muitas vezes cheio de obstáculos, algumas vezes bate a confusão e é perigoso quando o desespero toma conta e acredita-se estar perdido. O mais importante é perceber que sempre há tempo para recomeçar, e construir um novo mapa, nossas escolhas tornam a vida mais interessante e rica de percursos, pois afinal o que realmente importa é curtir essa viagem da vida… Voltando ao JJ, ele, com muito esforço resolveu ser o “rebelde” da família e optou em estudar música, com o tempo foi se desenvolvendo se tornando um Jovem adulto, conseguiu um emprego para se manter na faculdade, e tocava em alguns bares no fim de semana. Foi batalhando, com pouco dinheiro em uma profissão difícil, mas casou-se e hoje tem sua família. JJ cresceu e é músico, pai, esforçado, marido, amigo… Tornou-se João Júnior. Quero dizer que sua profissão fez parte de sua identidade, mas não o definiu como pessoa.

Como descobrir qual profissão tem a ver comigo?

Não é tarefa fácil escolher que profissão a seguir e nem existe uma fórmula mágica ou bola de cristal que adivinhe o melhor caminho. Há, sim, importantes informações que irão ajudar você nesse processo.

A escolha profissional envolve basicamente 2 grupos de informações:
1. Informações sobre as profissões e mercado de trabalho (como ela é na prática, qual sua remuneração, o que você vai aprender na faculdade, onde você pode atuar depois de formado…)
2. Informações pessoais de auto-conhecimento (o que gosto de fazer, o que não gosto, quais são meus principais interesses, quais são minhas características? elas tem a ver com a profissão que escolhi? …)

O item 1 você pode encontrar em um guia de profissões da editora abril, conversando com profissionais da área, visitando faculdades e/ou freqüentando palestras de profissionais. Grande parte das escolas e até mesmo as Universidades oferecem esse tipo de encontro profissional.

Agora, para encontrar as informações do item 2, o melhor guia é você mesmo. Como fazer isso? Através da auto-reflexão sobre suas características, como você se imagina no futuro, se tem alguma habilidade específica (gosta de escrever, gosta de desenhar, se interessa muito por animais, gosta de estar com pessoas…), quais os tipos de assuntos pelos quais se interessa (animais, pessoas, esportes, moda), que tipo de profissionais admira, que características pessoais eles têm.

Buscar o conhecimento de si mesmo, relacioná-lo com as informações profissionais é o melhor caminho para encontrar a profissão que tem a ver com você.

Esse é um começo de uma estrada. Estarei nela para caminhar com você e com todos que têm dúvidas sobre a escolha profissional.

Quero dizer que esse assunto não se esgota aqui. Semanalmente darei dicas e responderei às questões sobre esse tema.

Até a próxima,

Daniella Cury
Texto publicado no site http://guiadoestudante.abril.com.br/blog/

Estou no meio do curso e não tenho certeza se ele tem a ver comigo. O que devo fazer: parar ou continuar o curso?

Tudo vai depender da carreira que você escolheu. Se for um curso muito específico (tecnólogo em medicina hospitalar para idosos terminais, design de embalagens, gestão do varejo de moda…) é hora realmente de repensar a escolha. No entanto, se for um curso mais abrangente (administração, psicologia, sociologia…) aconselho a esperar para perceber todas as oportunidades possíveis para a sua formação.

Quanto mais específico é o curso, mais restrita fica sua formação e diminuem os leques no mercado de trabalho. No entanto, quando há a certeza de que esse é o caminho que traz satisfação profissional e pessoal, mais especialista você se tornará.

Até a próxima,

Daniella Cury
Texto publicado no site http://guiadoestudante.abril.com.br/blog/

Já fiz vários testes de orientação vocacional em revistas e on-line, mas eles não resolveram minha dúvida. Por quê?

Os testes em geral oferecem uma pequena parte de seus interesses. Eles podem elucidar, por exemplo, que áreas de conhecimento (exatas, humanas, biológicas) para as quais seu foco está mais voltado naquele momento.

Entretanto, como a vida é dinâmica, a todo o momento surgem novas oportunidades e informações. É natural desviar e até mudar de foco diversas vezes.

Por isso nesse processo de escolha é essencial ter sempre em mente o auto- conhecimento. Começar a se olhar, perceber o que gosta de fazer, como se imagina futuramente, essa reflexão é o principal guia para encontrar o caminho a ser seguido.

Até a próxima,

Daniella Cury

Texto publicado no site http://guiadoestudante.abril.com.br/blog/

Tenho muitas dúvidas. Tenho certeza de que não quero seguir algumas áreas, mas não faço idéia de que área seguir.

Você está em um ótimo momento para explorar as possibilidades de escolha profissional. O fato de já saber o que não quer é um grande passo.
Digo isso porque mesmo sem saber, você já está no meio do processo de auto-conhecimento. Já sabe pelo menos do que não gosta.

Então vamos começar por aí: liste todas as coisas que não gosta de fazer no seu cotidiano e o que você não se imagina fazendo no seu futuro profissional.

Agora faça uma lista de coisas que você gosta de fazer. Para facilitar comece com o básico: quais filmes gosta de ver; se gosta de ler, quais livros te interessam; tipo de música que ouve; quais assuntos você gosta de conversar com as pessoas, quais matérias te interessam na escola…

Esse levantamento de informações sobre você é fundamental, e vai começar a clarear um pouco o seu caminho de escolha.

A escolha profissional é difícil mesmo, e trabalhosa também porque muitos aspectos da vida influenciam a sua escolha. Então tenha calma e pesquise sempre e muito sobre as profissões e sobre você.

Até a próxima,

Daniella Cury
Texto publicado no site http://guiadoestudante.abril.com.br/blog/

Exercício de auto conhecimento.

Sei que sou insistente em minhas respostas ao colocar a importância do auto-conhecimento no processo de escolha profissional, faço isso pois acredito que esse tema é fundamental e de grande ajuda a todos que precisam escolher seu caminho.

Assim, essa semana trago alguns exercícios para ajudá-los a perceber características pessoais importantes para a escolha profissional.

A primeira coisa é fazer uma grande lista com as seguintes informações sobre atividades cotidianas:

Coisas que gosto e faço;

Coisas que gosto e não faço;

Coisas que não gosto e faço;

Coisas que não gosto e não faço.

Essas “coisas” que escrevo tem a ver com o meu último post. Para quem não leu são informações da vida de vocês dos tipos mais variados (desde filmes que gosta, até características em suas e dos outros: confiança, indiferença, falsidade, extroversão, introversão…).

Até a Próxima,

Daniella Cury

Boa prova!

Tenho respondido a perguntas e dado dicas de como se conhecer melhor para escolher o caminho profissional.

Hoje, meu recado é para quem já decidiu que vestibular vai enfrentar e está passando por esse turbulento período de provas: acredite em tudo o que você fez nesse ano, jogue fora as culpas que não levam a nada, agora é hora de estar com a cabeça boa.

É impossível mudar o passado. Portanto, respire fundo, siga em frente e tenha foco no seu objetivo.

Estou torcendo por você. Depois, me conte como foi.

Até a próxima,

Daniella Cury

Devo seguir a profissão de meu pai que me garante um emprego, ou procurar algo que realmente gosto, mas com futuro incerto?

Como você muitas pessoas chegam no consultório com essa dúvida. Acredito que é complicado escolher a profissão contando com alguma garantia no futuro. Pois o futuro sempre é incerto.
Infelizmente, bola de cristal nenhuma no mundo nos dá a previsão de que carreira você terá emprego quando se formar. Mesmo com uma vaga de emprego aparentemente garantida.
Sendo assim, a única garantia possível é buscar o que te dá prazer e se especializar muito e sempre.
Até a próxima,
Daniella Cury